Nasceu de uma operação real, não de uma apresentação.
O Tapius é a segunda versão de um sistema que já roda numa operação jurídica de verdade, todo dia, com dinheiro e prazo em jogo. A diferença é que agora ele foi construído para ser de qualquer escritório, não de um só.
O problema que a gente viveu
Todo escritório que vende serviço jurídico tem o mesmo buraco: o comercial fecha, o financeiro cobra e o jurídico trabalha, em três sistemas que não se falam. O contrato é redigitado, os números de processo são copiados à mão, e é exatamente nessa passagem que o trabalho se perde e o prazo escapa.
O que aprendemos operando
Construindo e rodando um sistema para uma operação real, algumas coisas ficaram óbvias, e nenhuma delas aparece em folheto de software. Que prazo não pode ser calculado por IA. Que comissão só é confiável quando dá para explicar a conta. Que regra escondida no código vira chamado, e chamado vira meses de espera. E que um contrato com seis processos não é um card só: são seis, cada um com um prazo diferente para perder.
O que o Tapius faz diferente
Ele fecha a esteira do comercial ao protocolo, e devolve o controle das regras para quem conhece o escritório. Não porque seja mais bonito ou mais barato, mas porque foi desenhado por quem precisou dele funcionando antes de precisar dele vendendo.
Como decidimos o que construir
Como decidimos o que travar
Como falamos do produto
Três teimosias que atravessam o produto inteiro
Máquina calcula, humano decide
Número que não se explica não vale
Prender cliente é atestado de fraqueza
Quer conversar com quem construiu?
A demonstração é feita por quem conhece o código e a operação, não por um roteiro de vendas.